O mercado vidreiro nacional atende os mercados interno e externo, competindo em condições de igualdade com empresas do exterior. Atualmente, quatro indústrias, representadas no Brasil pela Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), abastecem o mercado de vidros planos no Brasil: Cebrace, Guardian, Saint-Gobain Glass e União Brasileira de Vidros (UBV). As duas primeiras, na produção do vidro float; as duas últimas, na fabricação do vidro impresso.
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A Cebrace, uma joint-venture entre o grupo inglês Pilkington (detentor da marca Blindex) e o francês Saint-Gobain possui quatro unidades industriais no Brasil – duas em Jacareí (SP), uma em Caçapava (SP) e uma em Barra Velha (SC). Para 2009, a fabricante anunciou o início da reforma de um forno, na fábrica de Barra Velha (SC) e o reparo a frio de outro em Jacareí (SP). |
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A Guardian, multinacional americana, tem seu parque fabril instalado em Porto Real (RJ) e Tatuí, no interior de São Paulo. |
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A Saint-Gobain Glass, instalada em São Vicente, litoral sul paulista, revela que a construção do novo forno da companhia já está em andamento. |
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A União Brasileira de Vidros (UBV) preferiu a Zona Sul da cidade de São Paulo para erguer sua fábrica. Em 2008, a fabricante deve inaugurar o quarto forno da empresa em sua sede. |
Fabricação do vidro float
O processo produtivo dominante na indústria vidreira mundial é o float. As matérias-primas do vidro – sílica (areia), potássio, alumina, sódio (barrilha), magnésio e cálcio – são misturadas com precisão e fundidas no forno. O vidro, fundido a aproximadamente 1.000ºC, é continuamente derramado num tanque de estanho liquefeito quimicamente controlado, onde flutua, espalhando-se uniformemente. A espessura é controlada pela velocidade da chapa de vidro que se solidifica à medida que continua avançando. Após o recozimento (resfriamento controlado), o processo termina com o vidro apresentando superfícies polidas e paralelas.
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